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sacerdotisa

A forma sacerdotisapode ser [feminino singular de sacerdotesacerdote] ou [nome feminino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
sacerdotisasacerdotisa
( sa·cer·do·ti·sa

sa·cer·do·ti·sa

)


nome feminino

Mulher que, entre os pagãos, exercia funções sacerdotais.

sacerdotesacerdote
( sa·cer·do·te

sa·cer·do·te

)


nome masculino

1. [Religião] [Religião] Pessoa que fazia sacrifícios às divindades.

2. [Religião] [Religião] Pessoa que ministra os sacramentos de uma igreja. = PADRE

3. [Figurado] [Figurado] O que exerce profissão muito honrosa e elevada.


sumo sacerdote

[Religião] [Religião]  Pessoa que está no topo da hierarquia de uma igreja.

vistoFeminino: sacerdotisa.
etimologiaOrigem etimológica:latim sacerdos, -otis.
iconFeminino: sacerdotisa.
Colectivo:Coletivo:Coletivo:clero, clerezia, sacerdócio.

Auxiliares de tradução

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Dúvidas linguísticas



Como se escreve: quere-la ou querêla?
As grafias quere-la, querê-la e querela são formas parónimas, isto é, formas diferentes com grafia e som semelhantes.

As formas quere-la e querê-la correspondem a formas verbais do verbo querer seguidas do clítico a, na forma -la (o pronome clítico -a assume a forma -la quando a forma verbal que o precede termina em -r, -s ou -z); quere-la pode transcrever-se foneticamente ['k3rilá] e corresponde à segunda pessoa do presente do indicativo (ex.: tu queres a sopa? = quere-la?), enquanto querê-la pode transcrever-se foneticamente [ki'relá] e corresponde ao infinitivo (ex.: para alcançares alguma coisa, tens de querê-la muito).

A grafia querela pode transcrever-se foneticamente [ki'r3lá] e corresponde a um substantivo feminino, cujo significado poderá consultar seguindo a hiperligação para o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa.




Escreve-se ei-la ou hei-la?
A forma correcta é ei-la.

A palavra eis é tradicionalmente classificada como um advérbio e parece ser o único caso, em português, de uma forma não verbal que se liga por hífen aos clíticos. Como termina em -s, quando se lhe segue o clítico o ou as flexões a, os e as, este apresenta a forma -lo, -la, -los, -las, com consequente supressão de -s (ei-lo, ei-la, ei-los, ei-las).

A forma hei-la poderia corresponder à flexão da segunda pessoa do plural do verbo haver no presente do indicativo (ex.: vós heis uma propriedade > vós hei-la), mas esta forma, a par da forma hemos, já é desusada no português contemporâneo, sendo usadas, respectivamente, as formas haveis e havemos. Vestígios destas formas estão presentes na formação do futuro do indicativo (ex.: nós ofereceremos, vós oferecereis, nós oferecê-la-emos, vós oferecê-la-eis; sobre este assunto, poderá consultar a resposta mesóclise).

Pelo que acima foi dito, e apesar de a forma heis poder estar na origem da forma eis (o que pode explicar o facto de o clítico se ligar por hífen a uma forma não verbal e de ter um comportamento que se aproxima do de uma forma verbal), a grafia hei-la não pode ser considerada regular no português contemporâneo, pelo que o seu uso é desaconselhado.