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cadeira

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cadeiracadeira
( ca·dei·ra

ca·dei·ra

)
Imagem

Assento dotado de encosto, geralmente com quatro pernas, com ou sem braços, para uma só pessoa.


nome feminino

1. Assento dotado de encosto, geralmente com quatro pernas, com ou sem braços, para uma só pessoa.Imagem

2. Disciplina que se ensina numa universidade ou noutra instituição de ensino.

3. Cargo de professor de determinada matéria numa universidade.

4. Jurisdição ou dignidade eclesiástica.

5. Posição ou lugar de honra ou de autoridade.

cadeiras


nome feminino plural

6. Zona dos quadris ou da anca.


cadeira de São Pedro

O mesmo que cadeira pontifícia.

cadeira gestatória

[Religião] [Religião]  Cadeira em que o papa é levado processionalmente.

cadeira pontifícia

[Religião] [Religião]  Cadeira ou trono do papa no Vaticano. = SÓLIO PONTIFÍCIO

Sede da igreja católica romana.

cadeira preguiçosa

[Brasil] [Brasil] Cadeira com encosto reclinável e suficientemente comprida para se conseguir estender as pernas. = ESPREGUIÇADEIRA

de cadeira

Com autoridade ou conhecimento ou com tom doutoral (ex.: falar de cadeira). = DE CÁTEDRA

Em posição com vista privilegiada. = DE CAMAROTE

etimologiaOrigem etimológica:latim cathedra, -ae, do grego kathédra, -as, assento, cadeira, banco, fundamento.
Colectivo:Coletivo:Coletivo:cadeiral.

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Dúvidas linguísticas



Minha dúvida é: Por que passei a vida estudando que o correto é falar para eu fazer, para eu comer, e etc., se a frase É fácil para mim estudar não está errada? Podem explicar essa última frase.
De facto, nos contextos exemplificados com duas orações na resposta para eu/para mim (ex.: isto é para eu fazer), deverá ser usado o pronome sujeito, pois na oração para eu fazer, o pronome desempenha essa função de sujeito. No caso do exemplo É fácil para mim estudar, o contexto é semelhante àquele referido na resposta pronomes pessoais rectos e oblíquos, em que o pronome não desempenha a função de sujeito, pois esta frase pode ser decomposta em Estudar [sujeito] é fácil [predicado] para mim [adjunto adverbial de interesse].



Tenho uma dúvida sobre o uso do acento grave (chamamos de crase aqui no Brasil). Um amigo me disse que pode-se escrever à favor, alegando que é opcional o uso da crase em locuções adverbiais. Ele está correto?
A crase à é uma contracção da preposição a com o artigo definido feminino a. Para haver o uso desta crase, é necessário que haja um substantivo feminino a seguir que justifique o uso do artigo definido feminino (ex.: estava à frente = estava a[PREP]+a[ART] frente; foi à caça = foi a[PREP]+a[ART] caça). Não poderá usar a crase numa expressão como a favor, pois favor é um substantivo masculino e nunca poderia ser antecedido do artigo definido feminino a. Em alguns casos poderá haver uso de crase antes de substantivos masculinos, mas apenas em situações muito específicas, em que se pode subentender locuções como moda de ou maneira de (ex.: coelho à [maneira do] caçador).
Sobre este assunto, poderá também consultar outras respostas em regência verbal e nominal, graças a deus e crase em intervalo temporal.