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nutricional

triguilho | n. m.

Farelo ou resíduo de trigo....


rima | n. f. | n. f. pl.

Árvore da família das moráceas (Artocarpus incisa), cujos frutos, grandes, têm alto valor nutricional....


nutrologia | n. f.

Ciência ou especialidade que estuda a nutrição e as doenças nutricionais....


bulgur | n. m.

Alimento confeccionado a partir de grãos de trigo, com propriedades nutricionais semelhantes às do arroz e do cuscuz....


nutricional | adj. 2 g.

Relativo a nutrição (ex.: informação nutricional)....


artocarpo | n. m.

Género de árvores da família das moráceas, com frutos volumosos e de alto valor nutricional....


Que melhora a recuperação ou o desempenho físico (ex.: ajuda ergogénica nutricional; efeitos ergogénicos)....


género | n. m.

Cada um dos produtos ou artigos de um conjunto de víveres ou provisões destinadas à alimentação humana (ex.: informação nutricional de diferentes géneros alimentícios; o supermercado vai doar conservas, legumes, leite, pão e outros géneros; pode contribuir para a campanha com um género alimentar não perecível). [Mais usado no plural.]...


Relativo a ou que apresenta hipotrofia (ex.: o animal estava em estado nutricional hipotrófico; rim direito hipotrófico)....


fruta-pão | n. f.

Árvore de grande porte da família das moráceas (Artocarpus incisa), cujos frutos, grandes, têm alto valor nutricional....


Árvore da família das moráceas (Artocarpus incisa), cujos frutos, grandes, têm alto valor nutricional....



Dúvidas linguísticas



Qual a forma correcta: frequência do quarto ou frequência no quarto ano?
O substantivo frequência é geralmente seguido da preposição de (ou das suas contracções), como indica o Dicionário de Regimes de Substantivos e Adjectivos (25.ª ed., São Paulo: Globo, 2000), de Francisco Fernandes, e como atestam pesquisas efectuadas em corpora e em motores de busca da Internet.



Gostaria de saber a diferença de sentido das frases: São hipóteses que conduzem à investigação adiante. e São hipóteses que conduzem a investigação adiante.
Na primeira frase apresentada (São hipóteses que conduzem à investigação adiante) há utilização da crase da preposição a (que introduz o complemento indirecto locativo do verbo conduzir) com o artigo definido a, que caracteriza o substantivo investigação como realidade bem determinada. Esta frase pode ser parafraseável por ‘são hipóteses que levam à investigação a seguir explicitada e não a qualquer outra’.

A segunda frase (São hipóteses que conduzem a investigação adiante) apresenta uma ambiguidade estrutural. Se se considerar que há utilização apenas da preposição a (que introduz o complemento indirecto locativo do verbo conduzir) sem o artigo definido, a estrutura é muito semelhante à da primeira frase, sendo que a ausência do artigo definido indetermina o substantivo investigação. Esta interpretação pode ser parafraseável por ‘são hipóteses que levam a uma investigação entre outras possíveis’. Se, por outro lado, se considerar que há utilização apenas do artigo definido a, já não se tratará de um complemento indirecto locativo, mas de um complemento directo do verbo conduzir no sentido de ‘dirigir ou governar’. Esta interpretação pode ser parafraseável por ‘são hipóteses que dirigem a investigação para diante’.

As três estruturas acima explicitadas podem ser mais claramente distinguidas, pela mesma ordem, com frases em que os complementos do verbo conduzir correspondam a um masculino plural, para que não haja ambiguidade em nenhuma frase. Por exemplo, São guias que conduzem aos cumes da montanha pode ser exemplo de utilização da crase da preposição a com o artigo definido os. A frase São guias que conduzem a cumes da montanha pode ser exemplo da utilização apenas da preposição a sem artigo definido. Na frase São guias que conduzem os montanhistas há apenas a utilização do artigo definido os, pois esta acepção do verbo conduzir permite a utilização de um complemento directo, sem qualquer preposição.


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