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Será que queria dizer No?
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Imagem

Laço apertado.


nome masculino

1. Laço apertado.Imagem

2. Articulação das falanges dos dedos.Imagem

3. Rosca que formam os ofídios ao enrolar-se.

4. [Botânica] [Botânica] Parte de que saem as folhas das canas e gramíneas.

5. Parte espessa e dura na madeira, no mármore, etc.Imagem

6. [Medicina] [Medicina] Concreção nos dedos dos gotosos.

7. Saliência anterior da garganta. = MAÇÃ-DE-ADÃO, NÓ-DE-ADÃO

8. Embaraço (na garganta) que obsta engolir.

9. [Figurado] [Figurado] Ponto em que está a dificuldade.

10. Embaraço, estorvo.

11. Vínculo, laço moral.

12. Enredo.

13. Ligação, enlace.

14. Ponto onde convergem estradas ou linhas ferroviárias (ex.: o novo nó rodoviário está em fase de acabamento).

15. [Física] [Física] Ponto em que o deslocamento é nulo numa onda estacionária. = NODO

16. [Marinha] [Marinha] Unidade de medida de velocidade equivalente a uma milha náutica por hora, usada para a deslocação de uma embarcação ou aeronave ou para medir os ventos (símbolo: kn).


cortar o nó górdio

[Figurado] [Figurado] Ter uma resolução pronta e decisiva para uma dificuldade que parecia insuperável.

dar o nó

[Informal] [Informal] Casar.

nó cego

O que não tem laçada e se desata com dificuldade.

nó górdio

[Figurado] [Figurado] Obstáculo que parece impossível de superar.

vistoPlural: nós.
etimologiaOrigem etimológica:latim nodus, -i.
iconPlural: nós.
Colectivo:Coletivo:Coletivo:nosaria.

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Dúvidas linguísticas



Qual a forma correcta: frequência do quarto ou frequência no quarto ano?
O substantivo frequência é geralmente seguido da preposição de (ou das suas contracções), como indica o Dicionário de Regimes de Substantivos e Adjectivos (25.ª ed., São Paulo: Globo, 2000), de Francisco Fernandes, e como atestam pesquisas efectuadas em corpora e em motores de busca da Internet.



Na frase "...o nariz afilado do Sabino. (...) Fareja, fareja, hesita..." (Miguel Torga - conto "Fronteira") em que Sabino é um homem e não um animal, deve considerar-se que figura de estilo? Não é personificação, será animismo? No mesmo conto encontrei a expressão "em seco e peco". O que quer dizer?
Relativamente à primeira dúvida, se retomarmos o contexto dos extractos que refere do conto “Fronteira” (Miguel Torga, Novos Contos da Montanha, 7ª ed., Coimbra: ed. de autor, s. d., pp. 25-36), verificamos que é o próprio Sabino que fareja. Estamos assim perante uma animalização, isto é, perante a atribuição de um verbo usualmente associado a um sujeito animal (farejar) a uma pessoa (Sabino). Este recurso é muito utilizado por Miguel Torga neste conto para transmitir o instinto de sobrevivência, quase animal, comum às gentes de Fronteira, maioritariamente contrabandistas, como se pode ver por outras instâncias de animalização: “vão deslizando da toca” (op. cit., p. 25), “E aquelas casas na extrema pureza de uma toca humana” (op. cit., p. 29), “a sua ladradela de mastim zeloso” (op. cit., p. 30), “instinto de castro-laboreiro” (op. cit., p. 31), “o seu ouvido de cão da noite” (op. cit., p. 33).

Quanto à segunda dúvida, mais uma vez é preciso retomar o contexto: “Já com Isabel fechada na pobreza da tarimba, esperou ainda o milagre de a sua obstinação acabar em tecidos, em seco e peco contrabando posto a nu” (op. cit. p.35). Trata-se de uma coocorrência privilegiada, resultante de um jogo estilístico fonético (a par do que acontece com velho e relho), que corresponde a uma dupla adjectivação pré-nominal, em que o adjectivo seco e o adjectivo peco qualificam o substantivo contrabando, como se verifica pela seguinte inversão: em contrabando seco e peco posto a nu. O que se pretende dizer é que o contrabando, composto de tecidos, seria murcho e enfezado.