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assistida

A forma assistidapode ser [feminino singular de assistidoassistido], [feminino singular particípio passado de assistirassistir] ou [adjectivo femininoadjetivo feminino].

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assistidaassistida
( as·sis·ti·da

as·sis·ti·da

)


adjectivo femininoadjetivo feminino

1. Menstruada.

2. Diz-se da mulher no período das regras.

3. [Brasil] [Brasil] Diz-se da mulher acompanhada e auxiliada no parto pela parteira.

assistirassistir
( as·sis·tir

as·sis·tir

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Estar presente; ser testemunha ou espectador. = PRESENCIAR

2. Estar presente para auxiliar ou acompanhar. = AJUDAR, SOCORRER

3. Cooperar, auxiliar.

4. Patrocinar.

5. [Desporto] [Esporte] Passar a bola a um jogador que está bem posicionado para marcar golo.

6. [Pouco usado] [Pouco usado] Permanecer em determinado lugar durante algum tempo. = HABITAR, MORAR

etimologiaOrigem etimológica:latim assisto, -ere, colocar-se junto de, parar junto de, estar de pé, estar presente.
Ver também resposta à dúvida: regência do verbo assistir.
assistidoassistido
( as·sis·ti·do

as·sis·ti·do

)


adjectivoadjetivo

Ajudado, socorrido, acompanhado, acolitado.

Auxiliares de tradução

Traduzir "assistida" para: Espanhol Francês Inglês

Anagramas



Dúvidas linguísticas



Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.
As frases de 1) a 5) apresentam diferentes construções de comparativos relativos de superioridade e de inferioridade.

Em português, é possível formar os graus comparativos de superioridade e de inferioridade dos adjectivos usando os advérbios mais e menos seguidos da locução do que (ex.: o castelo é mais antigo do que a igreja; a igreja é menos antiga do que o castelo), podendo haver omissão da contracção da preposição de com o pronome demonstrativo invariável o (ex.: o castelo é mais antigo que a igreja; a igreja é menos antiga que o castelo). Esta construção aplica-se às frases apontadas em 1), 2) e 4).

Na frase 3) está presente um comparativo de superioridade relativo a um substantivo (ex.: nós compramos mais livros [do] que vendemos), sendo nesse caso a palavra mais um determinante indefinido.

A frase de 4) é um exemplo de uso correcto da construção mais grande, que, como afirmam Celso Cunha e Lindley Cintra na Nova Gramática do Português Contemporâneo (Lisboa, Edições João Sá da Costa, 14.ª ed., 1998, p. 262), só se considera correcta quando é usada para confrontar duas qualidades do mesmo elemento.

Relativamente às frases em 5), trata-se de uma comparação (de superioridade) de quantidade relativamente a um numeral (um). Neste tipo de comparação é possível uma construção análoga àquela usada para exprimir o grau comparativo do adjectivo, isto é, a estrutura mais (do) que seguida do numeral e de um substantivo, como nas frases 5c) e 5d). Alternativamente, é possível ainda utilizar as construções presentes em 5a) e 5b), que correspondem à locução comparativa mais de seguida de numeral e que diferem apenas na contracção (de + um = dum).

Para além destas quatro construções comparativas, é ainda possível estabelecer comparativos antes de verbos (ex.: consegue ver mais ao longe [do] que ao perto), de advérbios (ex.: põe esse quadro mais acima [do] que este) ou de preposições (ex.: o gato passa mais por aqui [do] que por ali).




Como se pronuncia xenofobia? É xenofobia ou zenofobia?
O x- de xenofobia pronuncia-se ch, como na palavra chave, pois esta é a pronúncia em português para a letra X em início de palavra (ex.: xadrez, xenofobia, xisto, xô). São raros os casos em que a letra x se pronuncia [z] e estes casos correspondem a um contexto intervocálico em algumas palavras começadas por e- (ex.: exagerar, exemplo, existir, exótico, exuberante) ou nos seus derivados (ex.: coexistir, inexacto, preexistir, reexaminar, sobreexaltar [ou sobre-exaltar, segundo o Acordo Ortográfico de 1990 - ver Base XVI, 1.º, alínea b)]).