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escápula

costoscapular | adj. 2 g.

Relativo às costas ou costelas e à omoplata....


coracoidal | adj. 2 g.

Diz-se do ligamento que, aproximando-se da apófise coracóidea, converte a borda superior da omoplata em orifício....


romboidal | adj. 2 g.

Diz-se de um músculo dorsal perpendicular à omoplata....


escapuloumeral | adj. 2 g.

Relativo, simultaneamente, ao ombro ou à omoplata e ao braço ou ao úmero....


escapuloclavicular | adj. 2 g.

Relativo, simultaneamente, à omoplata e à clavícula....


escapulocostal | adj. 2 g.

Relativo, simultaneamente, à omoplata ou ao ombro e às costas....


Relativo, simultaneamente, à omoplata ou ao ombro e ao tórax (ex.: articulação escapulotorácica)....


subescapular | adj. 2 g.

Que está localizado na região posterior do ombro, por baixo da omoplata (ex.: fossa subescapular)....


escapula | n. f.

Escapadela; escapatória....


escápula | n. f.

Prego de cabeça revirada....


escóptula | n. f.

Antiga designação da omoplata....


acrómio | n. m.

Apófise terminal da omoplata....


ombro | n. m.

Cada uma das duas partes do tronco humano onde o braço se une às costas, junto à clavícula e à omoplata (ex.: lesão no ombro esquerdo)....


omoplata | n. f.

Osso que forma a parte posterior do ombro....


clavija | n. f.

Escápula em que os tintureiros dependuram as meadas a secar....


grampo | n. m.

Grande escápula de parafuso que se fixa nos tectos....




Dúvidas linguísticas



É possível utilizar a palavra coleccionismo? Qual a justificação para não se poder utilizar?
Não há qualquer motivo para não poder utilizar coleccionismo. Este substantivo, que designa a actividade de coleccionar, está correctamente formado (da raiz latina collectio, -onis "colecção" + sufixo -ismo) e surge registado em muitos dicionários de língua.



Escreve-se ei-la ou hei-la?
A forma correcta é ei-la.

A palavra eis é tradicionalmente classificada como um advérbio e parece ser o único caso, em português, de uma forma não verbal que se liga por hífen aos clíticos. Como termina em -s, quando se lhe segue o clítico o ou as flexões a, os e as, este apresenta a forma -lo, -la, -los, -las, com consequente supressão de -s (ei-lo, ei-la, ei-los, ei-las).

A forma hei-la poderia corresponder à flexão da segunda pessoa do plural do verbo haver no presente do indicativo (ex.: vós heis uma propriedade > vós hei-la), mas esta forma, a par da forma hemos, já é desusada no português contemporâneo, sendo usadas, respectivamente, as formas haveis e havemos. Vestígios destas formas estão presentes na formação do futuro do indicativo (ex.: nós ofereceremos, vós oferecereis, nós oferecê-la-emos, vós oferecê-la-eis; sobre este assunto, poderá consultar a resposta mesóclise).

Pelo que acima foi dito, e apesar de a forma heis poder estar na origem da forma eis (o que pode explicar o facto de o clítico se ligar por hífen a uma forma não verbal e de ter um comportamento que se aproxima do de uma forma verbal), a grafia hei-la não pode ser considerada regular no português contemporâneo, pelo que o seu uso é desaconselhado.


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