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proliferamente

A forma proliferamentepode ser [derivação de prolíferoprolífero] ou [advérbio].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
proliferamenteproliferamente
( pro·li·fe·ra·men·te

pro·li·fe·ra·men·te

)


advérbio

De modo prolífero.

etimologiaOrigem etimológica:prolífero + -mente.
prolíferoprolífero
( pro·lí·fe·ro

pro·lí·fe·ro

)


adjectivoadjetivo

1. Que produz ou tem proliferações.

2. Que se reproduz. = FECUNDO, FÉRTILESTÉRIL

3. Que produz em grande quantidade. = FECUNDO, FERAZ, FÉRTIL, PRODUTIVOIMPRODUTIVO

sinonimo ou antonimoSinónimoSinônimo geral: PROLÍFICO
sinonimo ou antonimoAntónimoAntônimo geral: IMPROLÍFICO

etimologiaOrigem etimológica:latim proles, -is, prole + -fero.


Dúvidas linguísticas



Queria saber o antónimo de romântico.
À palavra romântico não corresponde directamente outra palavra antónima. Uma pessoa que não é romântica não é necessariamente insensível, fria ou impassível, pelo que será mais aconselhado utilizar a construção não romântico para designar alguém que possui falta de romantismo.



Escreve-se ei-la ou hei-la?
A forma correcta é ei-la.

A palavra eis é tradicionalmente classificada como um advérbio e parece ser o único caso, em português, de uma forma não verbal que se liga por hífen aos clíticos. Como termina em -s, quando se lhe segue o clítico o ou as flexões a, os e as, este apresenta a forma -lo, -la, -los, -las, com consequente supressão de -s (ei-lo, ei-la, ei-los, ei-las).

A forma hei-la poderia corresponder à flexão da segunda pessoa do plural do verbo haver no presente do indicativo (ex.: vós heis uma propriedade > vós hei-la), mas esta forma, a par da forma hemos, já é desusada no português contemporâneo, sendo usadas, respectivamente, as formas haveis e havemos. Vestígios destas formas estão presentes na formação do futuro do indicativo (ex.: nós ofereceremos, vós oferecereis, nós oferecê-la-emos, vós oferecê-la-eis; sobre este assunto, poderá consultar a resposta mesóclise).

Pelo que acima foi dito, e apesar de a forma heis poder estar na origem da forma eis (o que pode explicar o facto de o clítico se ligar por hífen a uma forma não verbal e de ter um comportamento que se aproxima do de uma forma verbal), a grafia hei-la não pode ser considerada regular no português contemporâneo, pelo que o seu uso é desaconselhado.