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alienação

A forma alienaçãopode ser [derivação feminino singular de alienaralienar] ou [nome feminino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
alienaçãoalienação
( a·li·e·na·ção

a·li·e·na·ção

)


nome feminino

1. Acto ou efeito de alienar ou de se alienar. = ALIENAMENTO

2. Cessão ou transmissão de bens ou direitos.INALIENAÇÃO

3. Arroubamento de espírito.


alienação fiduciária

[Direito] [Direito]  Transferência de um bem, feita pelo devedor à entidade ou empresa financiadora, até que seja feito o pagamento da dívida.

etimologiaOrigem etimológica:latim alienatio, -onis.
alienaralienar
( a·li·e·nar

a·li·e·nar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Transferir para domínio alheio (por venda, troca, doação, etc.).

2. Alucinar.

3. Malquistar.


verbo pronominal

4. Enlouquecer; alhear-se.

etimologiaOrigem etimológica:latim alieno, -are.

Auxiliares de tradução

Traduzir "alienação" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



Como é a grafia correta das palavras horti-fruti e tutti-frutti?
A palavra hortifrúti é um regionalismo brasileiro e corresponde à redução do adjectivo hortifrutigranjeiro, ou seja, “que é relativo a produtos da horta, do pomar ou da granja”. Esta palavra está atestada no Dicionário Houaiss e no Vocabulário Ortográfico da Academia Brasileira de Letras e deve ser acentuada graficamente no u, pois termina em i e, se não fosse acentuada, ler-se-ia *hortifrutí (o asterisco indica incorrecção).

Tutti frutti é uma locução italiana (não uma palavra hifenizada) que desempenha função substantiva (ex.: gelado de tutti frutti) ou adjectiva (ex.: sumo tutti frutti); significa literalmente “todos os frutos” e designa uma mistura de vários frutos ou de vários aromas de frutos.




Escreve-se ei-la ou hei-la?
A forma correcta é ei-la.

A palavra eis é tradicionalmente classificada como um advérbio e parece ser o único caso, em português, de uma forma não verbal que se liga por hífen aos clíticos. Como termina em -s, quando se lhe segue o clítico o ou as flexões a, os e as, este apresenta a forma -lo, -la, -los, -las, com consequente supressão de -s (ei-lo, ei-la, ei-los, ei-las).

A forma hei-la poderia corresponder à flexão da segunda pessoa do plural do verbo haver no presente do indicativo (ex.: vós heis uma propriedade > vós hei-la), mas esta forma, a par da forma hemos, já é desusada no português contemporâneo, sendo usadas, respectivamente, as formas haveis e havemos. Vestígios destas formas estão presentes na formação do futuro do indicativo (ex.: nós ofereceremos, vós oferecereis, nós oferecê-la-emos, vós oferecê-la-eis; sobre este assunto, poderá consultar a resposta mesóclise).

Pelo que acima foi dito, e apesar de a forma heis poder estar na origem da forma eis (o que pode explicar o facto de o clítico se ligar por hífen a uma forma não verbal e de ter um comportamento que se aproxima do de uma forma verbal), a grafia hei-la não pode ser considerada regular no português contemporâneo, pelo que o seu uso é desaconselhado.