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-al

A forma -alpode ser[abreviatura], [advérbio], [contracçãocontração], [pronome indefinido], [sigla], [símbolo] ou [sufixo].

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al1al1


advérbio

1. [Antigo] [Antigo] Mais.


pronome indefinido

2. [Antigo] [Antigo] Outra coisa.


contracçãocontração

3. [Antigo] [Antigo] Ao.

Al2Al2


símbolo

[Química] [Química] Símbolo químico do alumínio.

AL3AL3


sigla

Sigla do estado brasileiro de Alagoas.

al.al.
al.


abreviatura

Abreviatura de alameda.

-al-al


sufixo

1. Indica relação, geralmente na formação de adjectivos (ex.: abdominal; meniscal; viral).

2. Indica plantação ou aglomeração, geralmente na formação de nomes (ex.: ananasal; cadeiral; nogueiral).

etimologiaOrigem etimológica:sufixo latino -alis, -e.

Palavras vizinhas

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Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber qual a forma correcta: 1) deve realçar-se que o tema... ou 2) deve-se realçar que o tema...
Para resposta à dúvida colocada, por favor consulte outra dúvida respondida sobre o mesmo assunto em posição dos clíticos em locuções verbais. Nos exemplos referidos, o verbo dever forma com o verbo realçar uma locução verbal e tem um comportamento que se aproxima do de um verbo auxiliar. Por este motivo, o clítico se poderá ser colocado depois do verbo principal (ex.: deve realçar-se), do qual depende semanticamente, ou a seguir ao verbo auxiliar (ex.: deve-se realçar). É de realçar que a posição mais consensual (e aconselhada por vários gramáticos) é a primeira, isto é, depois do verbo principal.



Escreve-se ei-la ou hei-la?
A forma correcta é ei-la.

A palavra eis é tradicionalmente classificada como um advérbio e parece ser o único caso, em português, de uma forma não verbal que se liga por hífen aos clíticos. Como termina em -s, quando se lhe segue o clítico o ou as flexões a, os e as, este apresenta a forma -lo, -la, -los, -las, com consequente supressão de -s (ei-lo, ei-la, ei-los, ei-las).

A forma hei-la poderia corresponder à flexão da segunda pessoa do plural do verbo haver no presente do indicativo (ex.: vós heis uma propriedade > vós hei-la), mas esta forma, a par da forma hemos, já é desusada no português contemporâneo, sendo usadas, respectivamente, as formas haveis e havemos. Vestígios destas formas estão presentes na formação do futuro do indicativo (ex.: nós ofereceremos, vós oferecereis, nós oferecê-la-emos, vós oferecê-la-eis; sobre este assunto, poderá consultar a resposta mesóclise).

Pelo que acima foi dito, e apesar de a forma heis poder estar na origem da forma eis (o que pode explicar o facto de o clítico se ligar por hífen a uma forma não verbal e de ter um comportamento que se aproxima do de uma forma verbal), a grafia hei-la não pode ser considerada regular no português contemporâneo, pelo que o seu uso é desaconselhado.