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boquinha

aberto | adj.

Que não tem cobertura....


aplóstomo | adj.

Que tem abertura ou boca simples....


antóstomo | adj.

Que tem, à roda da boca, apêndices que dão aspectos de flor....


belfo | adj.

Que tem pendente ou mais grosso o beiço inferior....


boquimole | adj. 2 g.

Diz-se do cavalo que é brando da boca....


boca | interj.

Voz com que se chamam cães, especialmente para comerem ou apanharem qualquer objecto com a boca....


Que tem boca ou a abertura da concha chanfrada....



Dúvidas linguísticas



Num texto em que se usa a abreviatura de uma divisa (por exemplo, EUR ou USD), é correcto escrever "30 EUR" ou, pelo contrário, deve utilizar-se "EUR 30"? E deve ser "30 €" ou "€ 30"?
A ortografia é a única área da língua em que há uma regulamentação através de textos legais.

Esta dúvida não diz directamente respeito à ortografia, mas à representação convencionada de valores monetários, nomeadamente através do recurso ao código das moedas ou de abreviaturas ou símbolos. À partida, parece lógico que se coloque o código ou o símbolo da moeda depois do montante (ex.: 30 EUR ou 30 €), não havendo qualquer motivo para colocar o código ou o símbolo da moeda antes (ex.: EUR 30 ou € 30), a não ser por analogia com o inglês, onde essa é a prática mais corrente.

Estas opções não são obrigatórias, mas constituem frequentemente objecto de directrizes em livros ou manuais de estilo de órgãos de comunicação ou instituições. A título de exemplo, veja-se a recomendação do Código de Redacção Interinstitucional da União Europeia (ver http://publications.europa.eu/code/pt/pt-370303.htm): "O código EUR ou o símbolo colocam-se depois do montante, separado por um espaço: um total de 30 EUR", com a observação de que "esta regra aplica-se à maior parte das línguas, excepto inglês, letão e maltês, onde o código aparece antes do número: an amount of EUR 30".




Qual a forma correcta: perda de tempo ou perca de tempo?
As formas perda e perca são sinónimas, e encontram-se registadas como tal, por exemplo, no Vocabulário da Língua Portuguesa, de Rebelo Gonçalves (Coimbra Editora, 1966) e em dicionários como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (Academia das Ciências/Verbo, 2001) ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Círculo de Leitores, 2002).

No entanto, a forma preferencial é perda, uma vez que a variante perca tem origem mais popular, devendo ser utilizada apenas em contextos mais informais.


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